quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Ainda sobre dietas...

Venho só aqui dizer-vos que voltei à carga na vida saudável e desta é que é! Pela terceira vez este ano... contei à minha mãe e ela riu-se. Acho que já ninguém me leva a sério neste assunto.

Ainda sobre dietas...

Venho só aqui dizer-vos que voltei à carga na vida saudável e desta é que é! Pela terceira vez este ano... contei à minha mãe e ela riu-se. Acho que já ninguém me leva a sério neste assunto.

domingo, 28 de agosto de 2016

O destino. Parte 2.

Lembram-se da ela e do ele que eu vos apresentei neste post?


Quando estive de férias em Portugal combinei um jantar com ele, na cidade onde ele mora e ele disse logo que sim. Afinal ele vem sempre ver-me, é o melhor amigo que tenho e o melhor amigo para toda a gente que conhece. Como poderia não adorar este moço?


Convidei a ela. Afinal já não nos víamos desde o ano passado! A ela aceitou vir às 20h30 jantar. Um restaurante super in e onde se enfarda bem. A ela gosta de enfardar, o ele gosta de enfardar, eu gosto de enfardar e a minha colega francesa que veio comigo de férias também gosta de enfardar. Todos gostamos de enfardar.


Às 20h estávamos prontos para ir para o restaurante, o ele ia dar-nos boleia. Já no carro recebo mensagem da ela a dizer que não podia vir. Saía tarde do trabalho nesse dia. Fica para uma próxima diz-me ela. Sim, fica para uma próxima, respondo eu.

O destino. Parte 2.

Lembram-se da ela e do ele que eu vos apresentei neste post?


Quando estive de férias em Portugal combinei um jantar com ele, na cidade onde ele mora e ele disse logo que sim. Afinal ele vem sempre ver-me, é o melhor amigo que tenho e o melhor amigo para toda a gente que conhece. Como poderia não adorar este moço?


Convidei a ela. Afinal já não nos víamos desde o ano passado! A ela aceitou vir às 20h30 jantar. Um restaurante super in e onde se enfarda bem. A ela gosta de enfardar, o ele gosta de enfardar, eu gosto de enfardar e a minha colega francesa que veio comigo de férias também gosta de enfardar. Todos gostamos de enfardar.


Às 20h estávamos prontos para ir para o restaurante, o ele ia dar-nos boleia. Já no carro recebo mensagem da ela a dizer que não podia vir. Saía tarde do trabalho nesse dia. Fica para uma próxima diz-me ela. Sim, fica para uma próxima, respondo eu.

sábado, 27 de agosto de 2016

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Momentos da vida em que ficas sem palavras...

Acabei de fazer este post onde faço referência ao meu antigo blog. Vou vê-lo só por curiosidade, tiro-lhe as configurações de privacidade e dou de caras com este post que escrevi há mais de um ano atrás.


Como explicar estas lágrimas que escorrem no meu rosto?


Alguém está a cortar cebolas aqui ao meu lado. É isso.

Momentos da vida em que ficas sem palavras...

Acabei de fazer este post onde faço referência ao meu antigo blog. Vou vê-lo só por curiosidade, tiro-lhe as configurações de privacidade e dou de caras com este post que escrevi há mais de um ano atrás.


Como explicar estas lágrimas que escorrem no meu rosto?


Alguém está a cortar cebolas aqui ao meu lado. É isso.

Como fazer a decisão correcta?

Vou aqui resumir o meu "problema" muito rapidamente: aqui no trabalho onde estou querem pagar-me uma formação muito porreira em Paris, no entanto teria que assinar com eles um contrato em que ficaria aqui a trabalhar mais três anos. Quem me segue desde o meu antigo blog sabe que estou em França a morar numa terrinha onde não se passa literalmente nada! Tenho 25 anos e sinto que a minha vida social é igual a zero... sinto que estagnei a nível pessoal. Há pouco tempo fiquei solteira, acabei com o Plutónio-man, um rapaz com quem namorava que está em Portugal, e sinto que aqui onde estou, se continuar a levar a vida que levo, bem que posso ficar solteira os próximos três anos (a menos que funcionasse algo com o gajo do banco, mas não adivinho o futuro!)


Portanto, sinto que tenho que decidir entre ter uma super formação paga (sem garantias que tenha hipótese de a exercer aqui onde estou, porque há problemas de "budget") e em contrapartida ter os piores 3 anos da minha vida e sentir-me super bloqueada pessoalmente, ou não aceito a proposta deles, vou trabalhar para outro sítio mais bem localizado e tiro a tal formação com dinheiro do meu bolso? (isto caso me aceitem uma segunda vez...)


Oh raios... só eu para me meter numa destas...

Como fazer a decisão correcta?

Vou aqui resumir o meu "problema" muito rapidamente: aqui no trabalho onde estou querem pagar-me uma formação muito porreira em Paris, no entanto teria que assinar com eles um contrato em que ficaria aqui a trabalhar mais três anos. Quem me segue desde o meu antigo blog sabe que estou em França a morar numa terrinha onde não se passa literalmente nada! Tenho 25 anos e sinto que a minha vida social é igual a zero... sinto que estagnei a nível pessoal. Há pouco tempo fiquei solteira, acabei com o Plutónio-man, um rapaz com quem namorava que está em Portugal, e sinto que aqui onde estou, se continuar a levar a vida que levo, bem que posso ficar solteira os próximos três anos (a menos que funcionasse algo com o gajo do banco, mas não adivinho o futuro!)


Portanto, sinto que tenho que decidir entre ter uma super formação paga (sem garantias que tenha hipótese de a exercer aqui onde estou, porque há problemas de "budget") e em contrapartida ter os piores 3 anos da minha vida e sentir-me super bloqueada pessoalmente, ou não aceito a proposta deles, vou trabalhar para outro sítio mais bem localizado e tiro a tal formação com dinheiro do meu bolso? (isto caso me aceitem uma segunda vez...)


Oh raios... só eu para me meter numa destas...

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O que eu pensei hoje sobre dietas.

Cheguei hoje das férias, pesei-me. Estou literalmente com mais 4 quilos do que há duas semanas. Dois deles devem ser retenção de líquidos (espero!) 


Pus-me a pensar sobre dietas durante as férias. O facto de pessoas como eu, a minha mãe e a minha avó (só assim três exemplos que me vieram à cabeça de repente!) conseguirem ter uma alimentação saudável durante todo o ano, mas depois durante as férias (Verão e Natal para mim!) a dieta derrapa e caímos por aí abaixo numa montanha de desculpas... esfarrapadas.


"Ai e tal, nunca bebo Coca-Cola* mas beber quase 2 litros por dia durante as férias parece-me perfeitamente razoável!"


"Ai que aqueles rissóis estão tão bons, normalmente não como fritos, mas estou de férias e se comer 8 seguidos o corpo nem sente!"


"Ah que o Magnum Double Chocolate* até é bem bom, e como está um calor dos diabos, se comer 2 por dia nem tem mal".


Isto todos os dias, durante 14 dias, 2 vezes por ano. Não há controlo, não há bom senso, não há nada. Depois ando pelo menos dois meses a "correr atrás" deste "estrago". Digam-me se acham isto normal? Não acho, mas toda a gente o faz nas férias.


Ah e tal, porque ter uma alimentação saudável durante a época de trabalho até é fácil, estamos equilibrados, temos uma rotina, mas quando saímos da rotina manter a alimentação saudável já é chato, uma maçada. Porque aparecem os "apetece-me tanto", "que s'a lixe é só esta semana", "ah e tal depois faço detox".


Sim, meus caros, durante todo o ano é fácil, mas experimentem fazer dieta durante as férias. Isso sim é lixado. Que atire a primeira pedra quem nunca comeu pizza com restos de presunto ao pequeno-almoço nas férias! Quero ver quem se "astrebe"!

*não são publicidades, são mesmo coisas que gosto muito de comer/beber no verão! Quem me dera ser paga por estas marcas só para falar nelas no blog assim como quem não quer a coisa. Não andava aqui a aturar este chefe de certeza...

O que eu pensei hoje sobre dietas.

Cheguei hoje das férias, pesei-me. Estou literalmente com mais 4 quilos do que há duas semanas. Dois deles devem ser retenção de líquidos (espero!) 


Pus-me a pensar sobre dietas durante as férias. O facto de pessoas como eu, a minha mãe e a minha avó (só assim três exemplos que me vieram à cabeça de repente!) conseguirem ter uma alimentação saudável durante todo o ano, mas depois durante as férias (Verão e Natal para mim!) a dieta derrapa e caímos por aí abaixo numa montanha de desculpas... esfarrapadas.


"Ai e tal, nunca bebo Coca-Cola* mas beber quase 2 litros por dia durante as férias parece-me perfeitamente razoável!"


"Ai que aqueles rissóis estão tão bons, normalmente não como fritos, mas estou de férias e se comer 8 seguidos o corpo nem sente!"


"Ah que o Magnum Double Chocolate* até é bem bom, e como está um calor dos diabos, se comer 2 por dia nem tem mal".


Isto todos os dias, durante 14 dias, 2 vezes por ano. Não há controlo, não há bom senso, não há nada. Depois ando pelo menos dois meses a "correr atrás" deste "estrago". Digam-me se acham isto normal? Não acho, mas toda a gente o faz nas férias.


Ah e tal, porque ter uma alimentação saudável durante a época de trabalho até é fácil, estamos equilibrados, temos uma rotina, mas quando saímos da rotina manter a alimentação saudável já é chato, uma maçada. Porque aparecem os "apetece-me tanto", "que s'a lixe é só esta semana", "ah e tal depois faço detox".


Sim, meus caros, durante todo o ano é fácil, mas experimentem fazer dieta durante as férias. Isso sim é lixado. Que atire a primeira pedra quem nunca comeu pizza com restos de presunto ao pequeno-almoço nas férias! Quero ver quem se "astrebe"!

*não são publicidades, são mesmo coisas que gosto muito de comer/beber no verão! Quem me dera ser paga por estas marcas só para falar nelas no blog assim como quem não quer a coisa. Não andava aqui a aturar este chefe de certeza...

domingo, 21 de agosto de 2016

Daqui a 1 ano.

Este post foi escrito em 22 de Agosto de 2015 e é um desafio que fiz a mim própria, de escrever uma carta para o meu eu de daqui a um ano (espero que continues fantástica dESarrumada, com os teus 25 aninhos). Tudo começou quando vi uma daquelas memórias do facebook (sim, o facebook agora tem uma nova aplicação onde te mostra todas as recordações do que postaste nesse dia, nos anos anteriores), e vi um vídeo que um amigo meu postou, e que eu filmei, era ele a fazer aquele desafio de levar com um balde de água (neste caso garrafa), e depois nomeava pessoas para fazerem o mesmo... e o que mais me tocou ao ver esse vídeo, foi lembrar-me de como tinha sido essa noite. 

Tinha saído do meu trabalho anterior, em Portugal, às 22h da noite como sempre, fui ter com ele à cidade (sensivelmente 45 minutos de estrada), jantamos no Mcdonald's (o único sítio aberto de jeito) e depois fomos para ao pé de um café muito conhecido da cidade, mas com uma zona um bocado escondida, e lá filmámos o vídeo. Este vídeo fez-me pensar: há exactamente um ano atrás não sabia que passado um ano ia estar em França, e que estes momentos de desespero por causa de trabalhar 12h por dia, a recibos verdes, iam passar. Mas também acabou, a facilidade com que posso ver este meu amigo e os meus pais. E o sol e bom tempo de Agosto. 

Então, como estarei daqui a um ano? Decidi deixar umas perguntas ao meu futuro EU, sobre as coisas que me preocupam mais agora. E ver se, efectivamente, a vida muda assim tanto no espaço de um ano.

Ainda falas com o menino que está em Portugal? Ainda gostas dele?
Já fizeste as formações que querias? 
Já mudaste de trabalho?
Como está o avô F, e a avó I? O último tratamento do cancro correu bem? A operação aos olhos também?
E a mãe, já encontrou trabalho?
E o mano, como corre essa 2ª oportunidade na universidade? Muito estudo?
Esse cabelo, já voltou à cor natural?
E os 6kg que querias perder?
Já és uma menina grande?


Bem, penso que é tudo dESarrumada com 25 anos... aqui a tua versão um ano mais jovem deseja-te uma boa continuação. E um conselho, agora ter 25 anos não parece muito mal, espero que estejas a aproveitar bem esta fase em que és mais crescida. Responde com carinho.

Daqui a 1 ano.

Este post foi escrito em 22 de Agosto de 2015 e é um desafio que fiz a mim própria, de escrever uma carta para o meu eu de daqui a um ano (espero que continues fantástica dESarrumada, com os teus 25 aninhos). Tudo começou quando vi uma daquelas memórias do facebook (sim, o facebook agora tem uma nova aplicação onde te mostra todas as recordações do que postaste nesse dia, nos anos anteriores), e vi um vídeo que um amigo meu postou, e que eu filmei, era ele a fazer aquele desafio de levar com um balde de água (neste caso garrafa), e depois nomeava pessoas para fazerem o mesmo... e o que mais me tocou ao ver esse vídeo, foi lembrar-me de como tinha sido essa noite. 

Tinha saído do meu trabalho anterior, em Portugal, às 22h da noite como sempre, fui ter com ele à cidade (sensivelmente 45 minutos de estrada), jantamos no Mcdonald's (o único sítio aberto de jeito) e depois fomos para ao pé de um café muito conhecido da cidade, mas com uma zona um bocado escondida, e lá filmámos o vídeo. Este vídeo fez-me pensar: há exactamente um ano atrás não sabia que passado um ano ia estar em França, e que estes momentos de desespero por causa de trabalhar 12h por dia, a recibos verdes, iam passar. Mas também acabou, a facilidade com que posso ver este meu amigo e os meus pais. E o sol e bom tempo de Agosto. 

Então, como estarei daqui a um ano? Decidi deixar umas perguntas ao meu futuro EU, sobre as coisas que me preocupam mais agora. E ver se, efectivamente, a vida muda assim tanto no espaço de um ano.

Ainda falas com o menino que está em Portugal? Ainda gostas dele?
Já fizeste as formações que querias? 
Já mudaste de trabalho?
Como está o avô F, e a avó I? O último tratamento do cancro correu bem? A operação aos olhos também?
E a mãe, já encontrou trabalho?
E o mano, como corre essa 2ª oportunidade na universidade? Muito estudo?
Esse cabelo, já voltou à cor natural?
E os 6kg que querias perder?
Já és uma menina grande?


Bem, penso que é tudo dESarrumada com 25 anos... aqui a tua versão um ano mais jovem deseja-te uma boa continuação. E um conselho, agora ter 25 anos não parece muito mal, espero que estejas a aproveitar bem esta fase em que és mais crescida. Responde com carinho.

Quase a acabar as férias...

O meu estado de espírito divide-se entre o "quero que as férias continuem porque não me apetece assim tanto ir trabalhar" e o "estou farta de estar na santa terrinha, aqui não se faz mais nada sem ser ir a festas populares, dormir e comer como uma lontra".


Não sei qual dos dois estados prefiro.

Quase a acabar as férias...

O meu estado de espírito divide-se entre o "quero que as férias continuem porque não me apetece assim tanto ir trabalhar" e o "estou farta de estar na santa terrinha, aqui não se faz mais nada sem ser ir a festas populares, dormir e comer como uma lontra".


Não sei qual dos dois estados prefiro.

sábado, 20 de agosto de 2016

Coisitas parvas #3

Estava num restaurante na feira de São Mateus e ouvi uma senhora na mesa ao lado pedir uma dose de picanha. Até aqui tudo bem, não fosse a senhora acrescentar o pedido: ... bem passada, se faz favor!


Digam que concordam comigo quando digo que a palavra "picanha" e a expressão "bem passada" a existirem na mesma frase devia ser considerado ilegal.

Coisitas parvas #3

Estava num restaurante na feira de São Mateus e ouvi uma senhora na mesa ao lado pedir uma dose de picanha. Até aqui tudo bem, não fosse a senhora acrescentar o pedido: ... bem passada, se faz favor!


Digam que concordam comigo quando digo que a palavra "picanha" e a expressão "bem passada" a existirem na mesma frase devia ser considerado ilegal.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Desabafos...

O período de férias traz-me quase sempre pensamentos negativos. Estar na casa dos meus pais lembra-me sempre inseguranças e traumas do passado. Chego cá a sentir-me bem e saio de cá a sentir-me uma merda.
Gostava que fosse diferente, gostava de estar aqui e sentir-me bem, como todas as férias deviam ser.


Tento trabalhar com os meus sentimentos, tento aplicar as típicas técnicas do "o que importa não é o acontecimento, mas sim como o encaras". Mas nem sempre consigo. E choro, choro muito quando venho cá. A razão principal: discutir com o meu irmão. A maior parte do tempo damo-nos bem, mas às vezes surgem situações completamente parvas e discutimos. Tive de vir aqui ao blog desabafar com vocês. Já não aguentava mais esta dor no meu peito. É difícil manter sempre a "fachada" de gaja feliz e que está (quase) sempre de bem com a vida, quando discuto com familiares. Porque será que isto acontece? Porque não consigo vir uma única vez de férias sem haver uma discussão? 


Sinto que a culpa disto é minha, que podia estar melhor se não fosse tão má pessoa. Sinto-me um ser horrível. Não mereço estas pessoas. Só tenho vontade de nunca mais vir cá de férias só para eles não levarem comigo.

Desabafos...

O período de férias traz-me quase sempre pensamentos negativos. Estar na casa dos meus pais lembra-me sempre inseguranças e traumas do passado. Chego cá a sentir-me bem e saio de cá a sentir-me uma merda.
Gostava que fosse diferente, gostava de estar aqui e sentir-me bem, como todas as férias deviam ser.


Tento trabalhar com os meus sentimentos, tento aplicar as típicas técnicas do "o que importa não é o acontecimento, mas sim como o encaras". Mas nem sempre consigo. E choro, choro muito quando venho cá. A razão principal: discutir com o meu irmão. A maior parte do tempo damo-nos bem, mas às vezes surgem situações completamente parvas e discutimos. Tive de vir aqui ao blog desabafar com vocês. Já não aguentava mais esta dor no meu peito. É difícil manter sempre a "fachada" de gaja feliz e que está (quase) sempre de bem com a vida, quando discuto com familiares. Porque será que isto acontece? Porque não consigo vir uma única vez de férias sem haver uma discussão? 


Sinto que a culpa disto é minha, que podia estar melhor se não fosse tão má pessoa. Sinto-me um ser horrível. Não mereço estas pessoas. Só tenho vontade de nunca mais vir cá de férias só para eles não levarem comigo.

sábado, 6 de agosto de 2016

O destino.

E quando sabemos que o destino existe, mas às vezes ele prega partidas, e não podemos fazer nada quanto a isso?


Conheci-o há cerca de 7 anos. Ele tem 37 anos, solteiro desde sempre, super boa pessoa e disponível para os amigos, sem grandes relações longas até à data. Todas as raparigas de quem achou gostar a sério eram raparigas que estavam prestes a ausentar-se do país. Mas no fundo, nunca encontrou a mulher da sua vida diz ele.


Conheci-a há cerca de 3 anos. 33 anos, solteira e de bem com a vida. Já teve algumas relações falhadas, numa delas viveu com um homem 2 anos, mas sem faísca. Todas as relações dela são dessas que correm bem, do género ir ao cinema, passar o fim de semana fora, conhecer as famílias. Mas falta o brilhozinho no olho diz ela.


Foi estranho, muito estranho, mas quando conheci a ela desta história, soube que era a ela que o ele procura. Soube, instintivamente, como quem sabe que precisa do ar para respirar mal acaba de sair do ventre materno, que eles pertencem um ao outro. Na altura em que ainda estava no país tentei marcar cafés com os dois e a cada vez acontecia algo no último minuto que impedia um dos dois de aparecer. Várias vezes, sempre por motivos diferentes. Desisti de tentar mudar o rumo desses caminhos, que tal e qual fios entrelaçados, seguem o seu rumo, em direcção a esse futuro que está escrito e que ninguém pode controlar.


Falo regularmente com os dois, e vejo o quanto estão próximos. Moram em cidades vizinhas, a 15 minutos um do outro. Ela trabalha na cidade onde ele mora . Vão às mesmas festas, aos mesmos cafés e frequentam o mesmo parque para correr. Quando eles me descrevem a pessoa que querem ao seu lado fazem exactamente a descrição um do outro. Mesmo sem se conhecerem. Parece ficção. Parece que na vida de cada um deles existe o espaço exacto que o outro iria ocupar. E consigo imaginar isso tão bem, tão nitidamente como se já estivessem juntos. Mas ainda não se encontraram. Não sei porquê, talvez porque ainda não estejam prontos para se conhecer. Quem sabe? Só sei que eles são almas gémeas. E que é impossível isto ser algo só da minha cabeça.


Sei que isto pode explicar o porquê de haver pessoas que parecem andar na vida sem nunca encontrar aquela pessoa especial. Ela existe, de facto cada um de nós a tem. Acredito nisso piamente. Mas ela, a pessoa especial, anda por aí, perdida algures nesse emaranhado de destinos, talvez a frequentar as mesmas festas, talvez noutro país, talvez no outro lado do mundo. E o porquê de algumas pessoas estarem destinadas a viver lado a lado sem nunca se cruzarem, talvez nunca o saiba, mas sei que a pessoa ideal para cada um existe. E isso dá-me esperança.


Não vou interferir na vida destes dois, quando tentei não correu propriamente bem, mas vou continuar a ouvir cada um deles como tenho ouvido até agora. Não é fácil, cada vez que os ouço dizer "não há ninguém para mim", fico com um nó no estômago. Apetece-me gritar: "Sim há! E está mesmo ao teu lado". 


Não desistas.

O destino.

E quando sabemos que o destino existe, mas às vezes ele prega partidas, e não podemos fazer nada quanto a isso?


Conheci-o há cerca de 7 anos. Ele tem 37 anos, solteiro desde sempre, super boa pessoa e disponível para os amigos, sem grandes relações longas até à data. Todas as raparigas de quem achou gostar a sério eram raparigas que estavam prestes a ausentar-se do país. Mas no fundo, nunca encontrou a mulher da sua vida diz ele.


Conheci-a há cerca de 3 anos. 33 anos, solteira e de bem com a vida. Já teve algumas relações falhadas, numa delas viveu com um homem 2 anos, mas sem faísca. Todas as relações dela são dessas que correm bem, do género ir ao cinema, passar o fim de semana fora, conhecer as famílias. Mas falta o brilhozinho no olho diz ela.


Foi estranho, muito estranho, mas quando conheci a ela desta história, soube que era a ela que o ele procura. Soube, instintivamente, como quem sabe que precisa do ar para respirar mal acaba de sair do ventre materno, que eles pertencem um ao outro. Na altura em que ainda estava no país tentei marcar cafés com os dois e a cada vez acontecia algo no último minuto que impedia um dos dois de aparecer. Várias vezes, sempre por motivos diferentes. Desisti de tentar mudar o rumo desses caminhos, que tal e qual fios entrelaçados, seguem o seu rumo, em direcção a esse futuro que está escrito e que ninguém pode controlar.


Falo regularmente com os dois, e vejo o quanto estão próximos. Moram em cidades vizinhas, a 15 minutos um do outro. Ela trabalha na cidade onde ele mora . Vão às mesmas festas, aos mesmos cafés e frequentam o mesmo parque para correr. Quando eles me descrevem a pessoa que querem ao seu lado fazem exactamente a descrição um do outro. Mesmo sem se conhecerem. Parece ficção. Parece que na vida de cada um deles existe o espaço exacto que o outro iria ocupar. E consigo imaginar isso tão bem, tão nitidamente como se já estivessem juntos. Mas ainda não se encontraram. Não sei porquê, talvez porque ainda não estejam prontos para se conhecer. Quem sabe? Só sei que eles são almas gémeas. E que é impossível isto ser algo só da minha cabeça.


Sei que isto pode explicar o porquê de haver pessoas que parecem andar na vida sem nunca encontrar aquela pessoa especial. Ela existe, de facto cada um de nós a tem. Acredito nisso piamente. Mas ela, a pessoa especial, anda por aí, perdida algures nesse emaranhado de destinos, talvez a frequentar as mesmas festas, talvez noutro país, talvez no outro lado do mundo. E o porquê de algumas pessoas estarem destinadas a viver lado a lado sem nunca se cruzarem, talvez nunca o saiba, mas sei que a pessoa ideal para cada um existe. E isso dá-me esperança.


Não vou interferir na vida destes dois, quando tentei não correu propriamente bem, mas vou continuar a ouvir cada um deles como tenho ouvido até agora. Não é fácil, cada vez que os ouço dizer "não há ninguém para mim", fico com um nó no estômago. Apetece-me gritar: "Sim há! E está mesmo ao teu lado". 


Não desistas.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Férias em 3, 2, 1!

... espero já estar a caminho de Portugal. Este ano vou com uma colega francesa que andava ansiosa para conhecer o belo país do sol. Depois conto como correu!


Beijinhos... na bunda!

Férias em 3, 2, 1!

... espero já estar a caminho de Portugal. Este ano vou com uma colega francesa que andava ansiosa para conhecer o belo país do sol. Depois conto como correu!


Beijinhos... na bunda!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Sou sempre a mesma!

São 20h na véspera de entrar em férias. Amanhã logo a seguir a acabar o trabalho é suposto pegar na minha mala, 20kg para duas semanas, apanhar um táxi e ir toda contente num comboio para Paris


E o que é que eu já meti na mala?


Nada, ainda não meti NADA na mala.


No entanto já ouvi a música "Bailar" do Deorro umas 20 mil vezes, vi 3 vídeos de gatos no Youtube e já comi uma tablete de chocolate branco inteira.


Vou longe assim.

Sou sempre a mesma!

São 20h na véspera de entrar em férias. Amanhã logo a seguir a acabar o trabalho é suposto pegar na minha mala, 20kg para duas semanas, apanhar um táxi e ir toda contente num comboio para Paris


E o que é que eu já meti na mala?


Nada, ainda não meti NADA na mala.


No entanto já ouvi a música "Bailar" do Deorro umas 20 mil vezes, vi 3 vídeos de gatos no Youtube e já comi uma tablete de chocolate branco inteira.


Vou longe assim.

Coisitas parvas #2

Se metermos um camaleão em cima de um vestido da Desigual, será que ele morre de esgotamento?

Coisitas parvas #2

Se metermos um camaleão em cima de um vestido da Desigual, será que ele morre de esgotamento?

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

E como estás de amores dESarrumada?

Olhem meus caros, isto é assim, eu adooooro ler fofoquices amorosas nos blogs dos outros. E isso fez-me pensar que ultimamente não tenho falado muito nisso (longe vão os tempos em que era uma porca javarda nos meus posts, pode ser que isso volte, com calma havemos de lá chegar!) Acho que foi o desgosto amoroso que me meteu assim mais "calma" e desmotivada para os assuntos do "amor".


Continuando...


Antes de vir para França tinha um namorado de um ano, ele exercia a mesma profissão que eu, podíamos ter sido felizes, ele falava em ficar comigo, casar, termos babies, ter uma casa na serra e outra na praia. A vida perfeita! E a dESarrumada faz o quê? Manda-o dar uma volta e vai para França sozinha. Decisão parva? Quem sabe! A esta hora podia estar com 3 anos de relação e a escolher a quinta do copo de água. Quem me manda ser burra?


Vim para França, estive aqui alguns meses feliz da vida, solteira e boa moça, e comecei a falar com um moço que já conhecia de vista de Portugal, as coisas foram acontecendo, vi-o numas férias minhas, o sexo era do mais gostoso que já tive, e pumba...! Começámos a namorar... ainda por cima sinto que fui eu que "forcei" esse rótulo, ele não estava muito para aí virado... Quem me manda ser burra? Podia ter ganho um moço jeitoso e bom na cama para dar umas voltas quando vou de férias a Portugal, mas nããããão... a coisa correu mal (estava-se mesmo a ver que duas pessoas tão diferentes e tão longe não ia correr bem, não estava?).


Discutíamos por tudo e por nada, as visões da vida eram completamente diferentes, eu gosto de planear, planear, planear, ele é mais do género de "deixar andar". E eu, meus caros não me levem a mal, mas detesto "deixar andar". Gosto de ter as situações da minha vida minimamente planeadas. Rompi com ele há algumas semanas (quando criei este segundo blog), no início custou imenso, sentia saudades dele a torto e a direito, mas acreditam que agora até me sinto aliviada??


Recentemente ando de olho num moço que trabalha no banco, louro, olhos azuis, sempre que vou lá mete-se comigo. E sabem que mais? Tem origens portuguesas, o que para mim seria um bónus. Não faço ideia se tem alguém, mas vou ficar atenta ^^


A verdade é que este moço, que pode até não dar em nada, fez-me despertar coisas em mim que já há algum tempo não sentia. E sinto coisas palpitantes naquele sítio que vocês sabem bem... Vou ficar atenta, tentar arranjar informações sobre ele e vou contando por aqui todos os desenvolvimentos!


Só sei que da próxima vez que encontrar alguém não vou ser burra. Não há cá forçar uma relação, isso acabou-se. Só volto a entrar numa relação se o elemento do sexo masculino estiver verdadeiramente interessado e o provar! Acabou-se a ingenuidade e o querer ter o "conto de fadas". Já sei que o conto de fadas não existe, ainda menos se for forçado.

E como estás de amores dESarrumada?

Olhem meus caros, isto é assim, eu adooooro ler fofoquices amorosas nos blogs dos outros. E isso fez-me pensar que ultimamente não tenho falado muito nisso (longe vão os tempos em que era uma porca javarda nos meus posts, pode ser que isso volte, com calma havemos de lá chegar!) Acho que foi o desgosto amoroso que me meteu assim mais "calma" e desmotivada para os assuntos do "amor".


Continuando...


Antes de vir para França tinha um namorado de um ano, ele exercia a mesma profissão que eu, podíamos ter sido felizes, ele falava em ficar comigo, casar, termos babies, ter uma casa na serra e outra na praia. A vida perfeita! E a dESarrumada faz o quê? Manda-o dar uma volta e vai para França sozinha. Decisão parva? Quem sabe! A esta hora podia estar com 3 anos de relação e a escolher a quinta do copo de água. Quem me manda ser burra?


Vim para França, estive aqui alguns meses feliz da vida, solteira e boa moça, e comecei a falar com um moço que já conhecia de vista de Portugal, as coisas foram acontecendo, vi-o numas férias minhas, o sexo era do mais gostoso que já tive, e pumba...! Começámos a namorar... ainda por cima sinto que fui eu que "forcei" esse rótulo, ele não estava muito para aí virado... Quem me manda ser burra? Podia ter ganho um moço jeitoso e bom na cama para dar umas voltas quando vou de férias a Portugal, mas nããããão... a coisa correu mal (estava-se mesmo a ver que duas pessoas tão diferentes e tão longe não ia correr bem, não estava?).


Discutíamos por tudo e por nada, as visões da vida eram completamente diferentes, eu gosto de planear, planear, planear, ele é mais do género de "deixar andar". E eu, meus caros não me levem a mal, mas detesto "deixar andar". Gosto de ter as situações da minha vida minimamente planeadas. Rompi com ele há algumas semanas (quando criei este segundo blog), no início custou imenso, sentia saudades dele a torto e a direito, mas acreditam que agora até me sinto aliviada??


Recentemente ando de olho num moço que trabalha no banco, louro, olhos azuis, sempre que vou lá mete-se comigo. E sabem que mais? Tem origens portuguesas, o que para mim seria um bónus. Não faço ideia se tem alguém, mas vou ficar atenta ^^


A verdade é que este moço, que pode até não dar em nada, fez-me despertar coisas em mim que já há algum tempo não sentia. E sinto coisas palpitantes naquele sítio que vocês sabem bem... Vou ficar atenta, tentar arranjar informações sobre ele e vou contando por aqui todos os desenvolvimentos!


Só sei que da próxima vez que encontrar alguém não vou ser burra. Não há cá forçar uma relação, isso acabou-se. Só volto a entrar numa relação se o elemento do sexo masculino estiver verdadeiramente interessado e o provar! Acabou-se a ingenuidade e o querer ter o "conto de fadas". Já sei que o conto de fadas não existe, ainda menos se for forçado.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Pessoas que saem a horas do trabalho.

Tenho uns belos colegas de trabalho, que são tão pontuais, tão pontuais, que 15 minutos antes da hora de saída já estão todos em grupo na conversa, e mal a hora chega, ala que se faz tarde! Pisgam-se a correr sem perguntar se os outros precisam de ajuda ou não, sem ajudar a fechar portas, janelas, ventoinhas, nada, NA-DA! 


Tento ignorar, tento respirar fundo e contar até 10, vezes e vezes seguidas, mas por amor da santa, todos gostam de sair a horas, todos GOSTAVAM de sair à hora, mas enquanto houver pessoas sem noção como estas, os últimos 3 gatos pingados é que ficam com a tarefa de fechar tudo, não saindo a horas como gostariam, ou pelo menos 10 a 15 minutos depois. Eu cá não sou fundamentalista, acho que uns minutinhos a mais nunca mataram ninguém, mas isto? Sair mal o ponteiro dos segundos cai na hora? Onde já se viu??


 


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Pessoas que saem a horas do trabalho.

Tenho uns belos colegas de trabalho, que são tão pontuais, tão pontuais, que 15 minutos antes da hora de saída já estão todos em grupo na conversa, e mal a hora chega, ala que se faz tarde! Pisgam-se a correr sem perguntar se os outros precisam de ajuda ou não, sem ajudar a fechar portas, janelas, ventoinhas, nada, NA-DA! 


Tento ignorar, tento respirar fundo e contar até 10, vezes e vezes seguidas, mas por amor da santa, todos gostam de sair a horas, todos GOSTAVAM de sair à hora, mas enquanto houver pessoas sem noção como estas, os últimos 3 gatos pingados é que ficam com a tarefa de fechar tudo, não saindo a horas como gostariam, ou pelo menos 10 a 15 minutos depois. Eu cá não sou fundamentalista, acho que uns minutinhos a mais nunca mataram ninguém, mas isto? Sair mal o ponteiro dos segundos cai na hora? Onde já se viu??


 


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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Porque é que a moda tinha que ser cíclica?

Porquê meu Deus? Porquê?
Dei por mim recentemente a deparar-me com estes colares por todo o lado, na lojas, nas miúdas novas e menos novas, vi ainda duas miúdas a "lutar" por isto numa loja, porque já só havia uma de cor preta... Alguém sabe do que falo?


Quem cresceu nos anos 90 de certeza que se lembra de usar uma coisa destas, eu usei muitas quando tinha entre 7 a 9 anos e depois lembro-me que deixei de usar porque era algo para "crianças". Nunca imaginei que isto voltasse a estar na moda, ainda por cima usado por celebridades (as manas Kardashian contam como celebridades, certo? Acrescentemos a filha do Will Smith, Johnny Depp entre outras...)


Nunca pensei ver esta treta a voltar a estar na moda, ainda por cima chamam a isto de "Gargantilhas à anos 90". Ou seja, um nome que lhes dá um toque muito vintage. E tudo que é vintage é bom, como já se sabe. 


Tudo isto ainda me fez pensar e repensar que os anos 90 já foram há 20 anos. Dura realidade.


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Porque é que a moda tinha que ser cíclica?

Porquê meu Deus? Porquê?
Dei por mim recentemente a deparar-me com estes colares por todo o lado, na lojas, nas miúdas novas e menos novas, vi ainda duas miúdas a "lutar" por isto numa loja, porque já só havia uma de cor preta... Alguém sabe do que falo?


Quem cresceu nos anos 90 de certeza que se lembra de usar uma coisa destas, eu usei muitas quando tinha entre 7 a 9 anos e depois lembro-me que deixei de usar porque era algo para "crianças". Nunca imaginei que isto voltasse a estar na moda, ainda por cima usado por celebridades (as manas Kardashian contam como celebridades, certo? Acrescentemos a filha do Will Smith, Johnny Depp entre outras...)


Nunca pensei ver esta treta a voltar a estar na moda, ainda por cima chamam a isto de "Gargantilhas à anos 90". Ou seja, um nome que lhes dá um toque muito vintage. E tudo que é vintage é bom, como já se sabe. 


Tudo isto ainda me fez pensar e repensar que os anos 90 já foram há 20 anos. Dura realidade.


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Hoje estou positiva

Hoje é um dia bom, só queria deixar isto aqui para me lembrar de que há momentos sem ansiedade, é aproveitar enquanto duram e lembrar-me que...