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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

13 sintomas de depressão.

Eu pensava que estava bem, mas não estava.


Eu pensava que estava só cansada, mas não estava.


Eu pensava que estava a ser preguiçosa, mas não estava.


Eu pensava que estava a procrastinar, mas não estava.


Não só, mas também.


Eu pensava muita coisa... pensei em tudo, menos na verdade. 


Não sei se é do tempo, ou o caralho, mas hoje estava no trabalho a pensar "mas porque raio sinto que estou a perder a vida em mim?"


E apesar de tudo... é a primeira vez que me sinto tão triste e vazia por dentro, mas continuo a sorrir por fora. Até toda a gente me diz que ando mais alegre, leve e feliz.


Quem me dera... quem me dera...


 


Hoje, encontrei isto na Internet, e fiz match 13/13! Por isso decidi começar a falar sobre isto, antes que isto me engula. Pode ser que ajude alguém:


 


13 Sintomas de depressão 



Se você tem experimentado alguns dos seguintes sinais e sintomas a maior parte do dia, quase todos os dias, durante pelo menos duas semanas, você pode estar sofrendo de depressão:



- Humor triste, ansioso ou “vazio” persistente;
- Sentimentos de desesperança, luto ou pessimismo
- Irritabilidade
- Sentimentos de culpa, inutilidade ou desamparo
- Perda de interesse ou prazer pela vida, hobbies e atividades
- Diminuição da energia ou fadiga
- Mover ou falar mais devagar
- Sentir-se inquieto ou ter problemas para ficar sentado
- Dificuldade de concentração, lembrança ou tomada de decisões
- Dificuldade para dormir, despertar de manhã cedo ou dormir demais
- Apetite e / ou alterações de peso
- Pensamentos de morte ou suicídio, ou tentativas de suicídio
- Dores, dores de cabeça, cólicas ou problemas digestivos sem uma causa física clara e / ou que não se aliviam mesmo com o tratamento.


 


 


FONTE: https://www.vittude.com/blog/13-sintomas-de-depressao/

13 sintomas de depressão.

Eu pensava que estava bem, mas não estava.


Eu pensava que estava só cansada, mas não estava.


Eu pensava que estava a ser preguiçosa, mas não estava.


Eu pensava que estava a procrastinar, mas não estava.


Não só, mas também.


Eu pensava muita coisa... pensei em tudo, menos na verdade. 


Não sei se é do tempo, ou o caralho, mas hoje estava no trabalho a pensar "mas porque raio sinto que estou a perder a vida em mim?"


E apesar de tudo... é a primeira vez que me sinto tão triste e vazia por dentro, mas continuo a sorrir por fora. Até toda a gente me diz que ando mais alegre, leve e feliz.


Quem me dera... quem me dera...


 


Hoje, encontrei isto na Internet, e fiz match 13/13! Por isso decidi começar a falar sobre isto, antes que isto me engula. Pode ser que ajude alguém:


 


13 Sintomas de depressão 



Se você tem experimentado alguns dos seguintes sinais e sintomas a maior parte do dia, quase todos os dias, durante pelo menos duas semanas, você pode estar sofrendo de depressão:



- Humor triste, ansioso ou “vazio” persistente;
- Sentimentos de desesperança, luto ou pessimismo
- Irritabilidade
- Sentimentos de culpa, inutilidade ou desamparo
- Perda de interesse ou prazer pela vida, hobbies e atividades
- Diminuição da energia ou fadiga
- Mover ou falar mais devagar
- Sentir-se inquieto ou ter problemas para ficar sentado
- Dificuldade de concentração, lembrança ou tomada de decisões
- Dificuldade para dormir, despertar de manhã cedo ou dormir demais
- Apetite e / ou alterações de peso
- Pensamentos de morte ou suicídio, ou tentativas de suicídio
- Dores, dores de cabeça, cólicas ou problemas digestivos sem uma causa física clara e / ou que não se aliviam mesmo com o tratamento.


 


 


FONTE: https://www.vittude.com/blog/13-sintomas-de-depressao/

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Como ser mais rápida?

Sempre fui uma pessoa lenta. Quando digo lenta não é aquele tipo de pessoa que demora a fazer algo. Eu sou mais aquele tipo de pessoa de só ter 3 velocidades: lento, lentinho e devagar.


 


ser_lento.jpg


 


 


Sempre achei que era procrastinadora. E sou. Mas, fui abençoada com duas maldições: procrastino, e quando finalmente me decido a fazer algo, demoro imenso. Ou porque gosto de verificar tudo vezes e vezes sem conta, ou porque tenho receio de me esquecer de alguma etapa, ou porque simplesmente não tenho confiança suficiente me mim própria, para chegar lá, fazer e pronto. Não se fala mais nisso.


 


Na escola demorava a fazer trabalhos. Demorava a estudar. Faço o mesmo caminho em 20 minutos, que outra pessoa demora 5. Gosto de parar e olhar. Ou pelo menos achava que gostava.


 


Mas esta característica minha, que em muitas situações pode ser uma qualidade, tornou-se um defeito grande nesta última semana. O facto de demorar a fazer as coisas tem-me feito sair do trabalho muito tarde. Quero verificar tudo, ter a certeza que não me enganei ou esqueci de algo. Eu sei que isto em si não é o problema, isto é um sintoma, de ansiedade. Muita.


 


Não sinto o peito sempre apertado como há uns anos atrás, quando comecei o blog. Nesse aspecto a última sequência de sessões com a psicóloga conseguiu ajudar... mas fiquei com outras coisas, que já tinha, mas que agora consigo ter clareza suficiente para saber que já não me posso refugiar nelas...


 


Quero perder esta lentidão. Quero ser alguém decidida e rápida... mas como chegar lá? Sinto que já percorri tanto caminho nesta luta contra a ansiedade... que já desenvolvi tanto... mas quando ultrapasso um obstáculo, chega logo outro, e mais uma vez digo: isto é para a vida toda.  

Como ser mais rápida?

Sempre fui uma pessoa lenta. Quando digo lenta não é aquele tipo de pessoa que demora a fazer algo. Eu sou mais aquele tipo de pessoa de só ter 3 velocidades: lento, lentinho e devagar.


 


ser_lento.jpg


 


 


Sempre achei que era procrastinadora. E sou. Mas, fui abençoada com duas maldições: procrastino, e quando finalmente me decido a fazer algo, demoro imenso. Ou porque gosto de verificar tudo vezes e vezes sem conta, ou porque tenho receio de me esquecer de alguma etapa, ou porque simplesmente não tenho confiança suficiente me mim própria, para chegar lá, fazer e pronto. Não se fala mais nisso.


 


Na escola demorava a fazer trabalhos. Demorava a estudar. Faço o mesmo caminho em 20 minutos, que outra pessoa demora 5. Gosto de parar e olhar. Ou pelo menos achava que gostava.


 


Mas esta característica minha, que em muitas situações pode ser uma qualidade, tornou-se um defeito grande nesta última semana. O facto de demorar a fazer as coisas tem-me feito sair do trabalho muito tarde. Quero verificar tudo, ter a certeza que não me enganei ou esqueci de algo. Eu sei que isto em si não é o problema, isto é um sintoma, de ansiedade. Muita.


 


Não sinto o peito sempre apertado como há uns anos atrás, quando comecei o blog. Nesse aspecto a última sequência de sessões com a psicóloga conseguiu ajudar... mas fiquei com outras coisas, que já tinha, mas que agora consigo ter clareza suficiente para saber que já não me posso refugiar nelas...


 


Quero perder esta lentidão. Quero ser alguém decidida e rápida... mas como chegar lá? Sinto que já percorri tanto caminho nesta luta contra a ansiedade... que já desenvolvi tanto... mas quando ultrapasso um obstáculo, chega logo outro, e mais uma vez digo: isto é para a vida toda.  

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Isto são fases, senhores.

[atenção, texto que pode conter triggers para pessoas ansiosas]


 


Hoje foi dia de consulta com a psicóloga. Acabei por lhe dizer que não me tenho sentido tanto com um aperto no peito como antigamente. Que me sinto melhor nesse aspecto, a vontade de chorar é menor. No entanto, disse-lhe que ando a sentir uma raiva constante, uma vontade de gritar com tudo e todos. Uma injustiça constante. Como se alguém me estivesse sempre a passar a perna. Isto de ter colegas infantis não ajuda... "se não tiver aquelas férias de Natal que quero despeço-me...", "ficar com estagiários é uma merda, porque é que aceitas isso?"... "dizes que sim a tudo, depois andas sempre a correr e não ganhas mais por isso."


 


Foda-se tu e as tuas merdas! Vai pó caralho e deixa-me estar! Quanto andaste a estudar também gostaste que alguém te tivesse recebido enquanto estagiária, não foi? Que mundo cão. Que bosta de gente, imbecilidade ao metro quadrado, só olham para o umbigo deles. Não sabem o que é fazer algo pelo prazer da fazer, pelo prazer de evoluir. Eu não preciso de ganhar mais para querer fazer mais no meu trabalho. Que mundo seria este se ninguém fizesse mais do que aquilo para que é pago? Como poderia haver progressão? Ainda por cima ter estagiários faz parte do contrato de trabalho que assinei, ninguém está a fazer mais do que aquilo que é suposto. E eles também assinaram o mesmo contrato que eu, ou não?... No deles havia alguma cláusula a dizer que as ordens do chefe não valem nada? Que os valores da instituição são para desrespeitar? 


 


Há gente que só anda no trabalho à espera do dia de pagamento. Só isso, não há um único pingo de consciência profissional. Estão-se a cagar para tudo e todos. Ide todos pó caralho bando de enculés.


 


A psicóloga diz que eu sou como uma cebola, e que as minhas camadas estão a cair. Primeiro foi a tristeza, depois apareceu a raiva. E que isso é uma coisa boa. Querer mandar vir com toda a gente nem sempre é mau, segundo ela. Às vezes não é o ser simpático que nos leva longe, é o ser real. E eu ainda não passei a essa fase de dizer o que penso. Guardo, acumulo, e depois sofro de implosão! Expludo para dentro! Ela diz que chego lá. Eu acho que estou numa fase em que já me apercebi que a vida vai ser sempre uma linha com altos e baixos, que a minha meta de felicidade eterna não vai acontecer. Que para lá do arco-íris não vou encontrar o pote de ouro. E isso é uma porcaria, porque sempre me prometeram felicidade. E sempre tive grandes sonhos. E a vida é só uma grande merda, e que afinal são os pequenos momentos que valem tudo. Mesmo assim estimo bem que eles se fodam todos.


 



 

Isto são fases, senhores.

[atenção, texto que pode conter triggers para pessoas ansiosas]


 


Hoje foi dia de consulta com a psicóloga. Acabei por lhe dizer que não me tenho sentido tanto com um aperto no peito como antigamente. Que me sinto melhor nesse aspecto, a vontade de chorar é menor. No entanto, disse-lhe que ando a sentir uma raiva constante, uma vontade de gritar com tudo e todos. Uma injustiça constante. Como se alguém me estivesse sempre a passar a perna. Isto de ter colegas infantis não ajuda... "se não tiver aquelas férias de Natal que quero despeço-me...", "ficar com estagiários é uma merda, porque é que aceitas isso?"... "dizes que sim a tudo, depois andas sempre a correr e não ganhas mais por isso."


 


Foda-se tu e as tuas merdas! Vai pó caralho e deixa-me estar! Quanto andaste a estudar também gostaste que alguém te tivesse recebido enquanto estagiária, não foi? Que mundo cão. Que bosta de gente, imbecilidade ao metro quadrado, só olham para o umbigo deles. Não sabem o que é fazer algo pelo prazer da fazer, pelo prazer de evoluir. Eu não preciso de ganhar mais para querer fazer mais no meu trabalho. Que mundo seria este se ninguém fizesse mais do que aquilo para que é pago? Como poderia haver progressão? Ainda por cima ter estagiários faz parte do contrato de trabalho que assinei, ninguém está a fazer mais do que aquilo que é suposto. E eles também assinaram o mesmo contrato que eu, ou não?... No deles havia alguma cláusula a dizer que as ordens do chefe não valem nada? Que os valores da instituição são para desrespeitar? 


 


Há gente que só anda no trabalho à espera do dia de pagamento. Só isso, não há um único pingo de consciência profissional. Estão-se a cagar para tudo e todos. Ide todos pó caralho bando de enculés.


 


A psicóloga diz que eu sou como uma cebola, e que as minhas camadas estão a cair. Primeiro foi a tristeza, depois apareceu a raiva. E que isso é uma coisa boa. Querer mandar vir com toda a gente nem sempre é mau, segundo ela. Às vezes não é o ser simpático que nos leva longe, é o ser real. E eu ainda não passei a essa fase de dizer o que penso. Guardo, acumulo, e depois sofro de implosão! Expludo para dentro! Ela diz que chego lá. Eu acho que estou numa fase em que já me apercebi que a vida vai ser sempre uma linha com altos e baixos, que a minha meta de felicidade eterna não vai acontecer. Que para lá do arco-íris não vou encontrar o pote de ouro. E isso é uma porcaria, porque sempre me prometeram felicidade. E sempre tive grandes sonhos. E a vida é só uma grande merda, e que afinal são os pequenos momentos que valem tudo. Mesmo assim estimo bem que eles se fodam todos.


 



 

Hoje estou positiva

Hoje é um dia bom, só queria deixar isto aqui para me lembrar de que há momentos sem ansiedade, é aproveitar enquanto duram e lembrar-me que...