quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Tamanho importa? (não é o que estão a pensar)

Por alguma razão ando a tentar perceber... vejo que os posts mais pequenos têm mais comentários e os posts maiores menos. Será que é porque o post é tão pequeno que sentimos necessidade de acrescentar algo, ou, o post é tão grande que achamos que já está tudo dito e não comentamos?


 


Acabei de ver que perguntei exactamente a mesma coisa. Vou ficar quietinha e esperar que ninguém tenha dado conta... (assobio para o ar)

Tamanho importa? (não é o que estão a pensar)

Por alguma razão ando a tentar perceber... vejo que os posts mais pequenos têm mais comentários e os posts maiores menos. Será que é porque o post é tão pequeno que sentimos necessidade de acrescentar algo, ou, o post é tão grande que achamos que já está tudo dito e não comentamos?


 


Acabei de ver que perguntei exactamente a mesma coisa. Vou ficar quietinha e esperar que ninguém tenha dado conta... (assobio para o ar)

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

O tal.

Parece que já o conheço desde sempre. A verdade é que quando olho para as fotos das nossas mães grávidas lado a lado, fico com a prova física de que já o conhecia desde o início da vida.


Aquele primeiro amor de infância. Aquele primeiro beijo atrás do arbusto, enquanto jogávamos às escondidas. A primeira desilusão quando ele mudou de cidade.


Com ele é fácil falar. É fácil combinar chamadas no Skype. É fácil confiar. Não sinto aquela necessidade parva de saber a toda a hora o que ele está a fazer. E o mais engraçado é que não sei porquê... estarei apaixonada? Já? Ou será que sempre foi ele O tal?


 


Ai dESarrumada, deixa de ser sonhadora...


 


A única coisa que posso ter a certeza é do que senti quando o vi no verão, depois de alguns anos de ausência, vê-lo ali, nas festas da terrinha onde brincámos, foi como se o tempo nunca tivesse passado, foi como se ele tivesse uma espécie de aura iluminada à volta dele. Foi como se o mundo incessante que existe na minha cabeça parasse para o olhar.  


Ele tem um magnetismo que me atrai de uma forma que não consigo explicar. Anseio as próximas férias. Quero ter a certeza de que tudo isto que sinto é real.


Quatro semanas e dou um saltinho a Lisboa. Até lá vou tentando acalmar o coração.

O tal.

Parece que já o conheço desde sempre. A verdade é que quando olho para as fotos das nossas mães grávidas lado a lado, fico com a prova física de que já o conhecia desde o início da vida.


Aquele primeiro amor de infância. Aquele primeiro beijo atrás do arbusto, enquanto jogávamos às escondidas. A primeira desilusão quando ele mudou de cidade.


Com ele é fácil falar. É fácil combinar chamadas no Skype. É fácil confiar. Não sinto aquela necessidade parva de saber a toda a hora o que ele está a fazer. E o mais engraçado é que não sei porquê... estarei apaixonada? Já? Ou será que sempre foi ele O tal?


 


Ai dESarrumada, deixa de ser sonhadora...


 


A única coisa que posso ter a certeza é do que senti quando o vi no verão, depois de alguns anos de ausência, vê-lo ali, nas festas da terrinha onde brincámos, foi como se o tempo nunca tivesse passado, foi como se ele tivesse uma espécie de aura iluminada à volta dele. Foi como se o mundo incessante que existe na minha cabeça parasse para o olhar.  


Ele tem um magnetismo que me atrai de uma forma que não consigo explicar. Anseio as próximas férias. Quero ter a certeza de que tudo isto que sinto é real.


Quatro semanas e dou um saltinho a Lisboa. Até lá vou tentando acalmar o coração.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Decisões de vida.

Alguém se lembra deste meu dilema?

Pois bem, recebi a resposta na última quinta-feira. Fiquei tão "abananada" com a resposta que só consegui vir aqui falar disto agora.


FUI ACEITE! No meio de 82 candidatos, eu fiquei nos primeiros 30! (É uma universidade TOP em Paris... Não sei que critérios utilizaram mas acho que agora também não importa... Estou dentro e ninguém me pode expulsar agora!) 


Estou feliz! E ao mesmo tempo estou uma pilha de nervos. Ora estou a rir que nem uma parva por ter esta boa oportunidade, ora fico com vontade de vomitar e gritar "onde é que me fui meter?". Tenho medo de não estar à altura do desafio.


Amanhã (que hoje é feriado e o meu chefe fez ponte ontem!) vou finalmente contar-lhe a novidade, e esperar para ver o que eles me propõem. Se me pagam a formação ou não, se tenho que assinar com eles mais uns anos ou não. Se por um lado estou fartinha deste trabalho, por outro esta formação muda tudo.


 


[reclamação in] Antes que cheguem os típicos comentários de "dá Deus nozes a quem não tem dentes", quero desde já dizer que sou um ser humano, e tenho tanto direito de ter medo diante dos grandes desafios da vida, como de queixar-me por a vida ser uma merda devido a razões fúteis (esta vai para quem vem para o blog queixar-se que partiu a unha de gel, por exemplo). A minha realidade não é a mesma que a dos outros. Escrevo no meu blog aquilo que me apetecer. Vejo pessoas escreverem em blogs que ficaram num hotel a 500€ a noite, ou que compraram uma mala de 1000€, e toda a gente faz amén! Pronto, desabafei. [reclamação out]


 


Passo cá mais tarde durante a semana para contar novidades.


Beijos na bunda! 

Decisões de vida.

Alguém se lembra deste meu dilema?

Pois bem, recebi a resposta na última quinta-feira. Fiquei tão "abananada" com a resposta que só consegui vir aqui falar disto agora.


FUI ACEITE! No meio de 82 candidatos, eu fiquei nos primeiros 30! (É uma universidade TOP em Paris... Não sei que critérios utilizaram mas acho que agora também não importa... Estou dentro e ninguém me pode expulsar agora!) 


Estou feliz! E ao mesmo tempo estou uma pilha de nervos. Ora estou a rir que nem uma parva por ter esta boa oportunidade, ora fico com vontade de vomitar e gritar "onde é que me fui meter?". Tenho medo de não estar à altura do desafio.


Amanhã (que hoje é feriado e o meu chefe fez ponte ontem!) vou finalmente contar-lhe a novidade, e esperar para ver o que eles me propõem. Se me pagam a formação ou não, se tenho que assinar com eles mais uns anos ou não. Se por um lado estou fartinha deste trabalho, por outro esta formação muda tudo.


 


[reclamação in] Antes que cheguem os típicos comentários de "dá Deus nozes a quem não tem dentes", quero desde já dizer que sou um ser humano, e tenho tanto direito de ter medo diante dos grandes desafios da vida, como de queixar-me por a vida ser uma merda devido a razões fúteis (esta vai para quem vem para o blog queixar-se que partiu a unha de gel, por exemplo). A minha realidade não é a mesma que a dos outros. Escrevo no meu blog aquilo que me apetecer. Vejo pessoas escreverem em blogs que ficaram num hotel a 500€ a noite, ou que compraram uma mala de 1000€, e toda a gente faz amén! Pronto, desabafei. [reclamação out]


 


Passo cá mais tarde durante a semana para contar novidades.


Beijos na bunda! 

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

A idade adulta e eu.

Ser adulto sempre foi para mim um assunto alvo de muita reflexão. Se antes pensava frequentemente "quando for adulta vou fazer isto e aquilo diferente dos meus pais", a verdade é que, agora que tenho 25 anos, quase a chegar aos 26, já caiu a ficha, que é como quem diz... não faço ideia do que ando para aqui a fazer!!! 


 


Eis como vejo a idade adulta:


 


1. Consultas e médico: se antes me irritava ter a minha mãe a marcar todas as minhas consultas, a gerir datas, a acordar-me cedo e a forçar-me a ir... agora o meu agendamento de consultas consiste em ir adiando e rezar para não morrer entretanto.


... Quem fala em consultas, fala em vacinas... onde é que está mesmo o meu boletim de saúde?


 


2. Limpeza da casa: se antes me irritava a minha mãe andar com o aspirador de trás para a frente, limpar o pó aos móveis dos quartos todos e a casa de banho, a cada sábado. Agora só penso "como é que ela conseguia ser tão regular?" Enquanto isto, passo uma toalhita na sanita a cada 15 dias e limpo o pó a cada... hmmm? Esqueçam, queria inventar uma frequência que não parecesse mal, mas a verdade é que não limpo o pó. Limito-me a soprar os 3 móveis que tenho no quarto uma vez por mês, antes de passar a vassoura no chão... 


 


3. O carro: Ai o carro. Antes tinha o meu pai constantemente a dizer que tinha a inspecção na data X, pagar o selo na data Y, trocar os pneus porque já estão carecas e tudo e mais um par de botas que um carro precisa. Aqui em França tive que passar mais de 2h a pesquisar na internet as datas oficiais para inspecções e essas tretas. E mesmo assim acho que vou ficar a rezar para que o carro acenda uma luz qualquer quando for para trocar o óleo e ver a pressão dos pneus, porque percebo tanto disso como de futebol.  


Tudo isto sem falar da minha aventura no supermercado a escolher líquido para os vidros do carro... que paródia que aquilo foi a traduzir tudo que lia no telemóvel! E após 30 minutos na secção dos carros, saio de lá com um líquido para vidros de verão, no final de Agosto, e 2 semanas depois apercebo-me que devia ter comprado aquele que não congela com temperaturas inferiores a 0º, porque já fazia frio com'ós cornos.


Pensamento nesse dia: Um dia hei-de perceber de carros, hoje não foi esse dia.


 


4. IRS: se antes pedia ao meu pai para meter tudo no contabilista dele, agora aventuro-me a fazer tudo sozinha (que neste país um contabilista deve ser caro para xuxu!). Lembro-me que quando enviei a declaração em papel, cheguei a casa e acendi uma velinha à Nossa Senhora da Agrélia para que não fosse nada mal escrito da minha parte e não me passassem uma multa daquelas que até dói só de pensar.


 


E é isto. Como podem ver sou uma adulta 100% responsável e dotada de um controlo exímio na minha vida. E vocês, como estão a aguentar a idade adulta? Desabafem, soltem cá para fora tudo que vos apoquenta o espírito. E já sabem, se aos Domingos tiverem é vontade de construir um forte de almofadas e ficar lá dentro a chamar pela mãe enquanto enfardam barritas kinder, não estão sós.


 


Beijinho na bunda!

Hoje estou positiva

Hoje é um dia bom, só queria deixar isto aqui para me lembrar de que há momentos sem ansiedade, é aproveitar enquanto duram e lembrar-me que...