sexta-feira, 4 de maio de 2018

Dinheiro = amor

As coisas com o S. não resultaram, muito por escolha minha, o resto por escolha dele.


Quando no início de uma relação alguém te diz que há certas coisas sobre a sua vida profissional que nunca te vai contar... não fiques com medo de ser julgada se saires de fininho: corre com quantas pernas tiveres! Até sair um pulmão cá para fora ou algo do género.


 


Conheço uma moça que tinha dado tudo para conhecer um rapaz assim riquíssimo e cheio de "amor" para dar. Mas eu não procuro este tipo de amor comprado. Pessoas tão vazias que a única coisa que têm é uma conta cheia no banco.


 


Quando alguém me diz na esplanada de um restaurante:


 


"Olha aquela ali, levantou-se para ir buscar o casaco do marido ao carro. Tu podias ser assim comigo."


 


Eu não sou fria, atenção. Mas nesse dia estava com muito frio porque não levei casaco, deixei no carro, ele tinha levado o dele. E nem se apercebeu disso quando falou. Naquela noite específica, quem estava com frio era eu. E não só o marido da outra senhora.


 


Quem é que tem que fazer o quê, numa relação, afinal? Pergunta difícil de responder. Afinal uma relação faz-se a dois, em simultâneo, sem sistema de trocas e transacções, ou estarei enganada? Aos olhos de alguns que só pensam em receber, os meus argumentos não têm peso nenhum, tal como os dele não tiveram para mim.


 


Eu cá não gosto do dá-cá-toma-lá, ele parecia gostar. Mas quando um tem muito mais para dar que o outro, a coisa está fadada ao insucesso, seja dinheiro ou amor. Cada um dá o que tem.


 


Quando acabas e alguém te diz: "Olha e a gasolina toda que gastei naquelas duas vezes que fomos passear? Quem me devolve esse dinheiro?"


 


Pois. Cada um dá o que tem, claramente alguns têm mais para dar que outros. E não estou a falar de dinheiro no banco, que esse ele tinha muito. Mas eu queria dar amor e ele só tinha dinheiro.


 


Há muita coisa que o dinheiro pode comprar. Disso não tenho dúvidas nem nunca terei.


 


Mas o dinheiro não compra amor, pelo menos por enquanto, muito menos o meu.


 

Dinheiro = amor

As coisas com o S. não resultaram, muito por escolha minha, o resto por escolha dele.


Quando no início de uma relação alguém te diz que há certas coisas sobre a sua vida profissional que nunca te vai contar... não fiques com medo de ser julgada se saires de fininho: corre com quantas pernas tiveres! Até sair um pulmão cá para fora ou algo do género.


 


Conheço uma moça que tinha dado tudo para conhecer um rapaz assim riquíssimo e cheio de "amor" para dar. Mas eu não procuro este tipo de amor comprado. Pessoas tão vazias que a única coisa que têm é uma conta cheia no banco.


 


Quando alguém me diz na esplanada de um restaurante:


 


"Olha aquela ali, levantou-se para ir buscar o casaco do marido ao carro. Tu podias ser assim comigo."


 


Eu não sou fria, atenção. Mas nesse dia estava com muito frio porque não levei casaco, deixei no carro, ele tinha levado o dele. E nem se apercebeu disso quando falou. Naquela noite específica, quem estava com frio era eu. E não só o marido da outra senhora.


 


Quem é que tem que fazer o quê, numa relação, afinal? Pergunta difícil de responder. Afinal uma relação faz-se a dois, em simultâneo, sem sistema de trocas e transacções, ou estarei enganada? Aos olhos de alguns que só pensam em receber, os meus argumentos não têm peso nenhum, tal como os dele não tiveram para mim.


 


Eu cá não gosto do dá-cá-toma-lá, ele parecia gostar. Mas quando um tem muito mais para dar que o outro, a coisa está fadada ao insucesso, seja dinheiro ou amor. Cada um dá o que tem.


 


Quando acabas e alguém te diz: "Olha e a gasolina toda que gastei naquelas duas vezes que fomos passear? Quem me devolve esse dinheiro?"


 


Pois. Cada um dá o que tem, claramente alguns têm mais para dar que outros. E não estou a falar de dinheiro no banco, que esse ele tinha muito. Mas eu queria dar amor e ele só tinha dinheiro.


 


Há muita coisa que o dinheiro pode comprar. Disso não tenho dúvidas nem nunca terei.


 


Mas o dinheiro não compra amor, pelo menos por enquanto, muito menos o meu.


 

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Só assim por curiosidade, alguém ainda é do tempo em que o Ambrósio andava por aqui no blog?

 


Carinha do Sapo contente  = sim


 


Carinha do Sapo triste  = não


 


 


Beijos na bunda! 

Só assim por curiosidade, alguém ainda é do tempo em que o Ambrósio andava por aqui no blog?

 


Carinha do Sapo contente  = sim


 


Carinha do Sapo triste  = não


 


 


Beijos na bunda! 

Faltar ao trabalho por causa dos pêlos???

Ah pois, ontem quando cheguei a casa, da tal viagem de autocarro que durou 22 horas - que afinal não foram 22 horas, mas sim 24 horas porque houve uma avaria no autocarro e tivemos que trocar para outro às 3 horas da noite em Espanha - tive um momento de self care


 


Afinal, já não depilava o buço nem as sobrancelhas há 10 dias, e só Deus sabe, como um simples pêlo numa mulher peluda demora exactamente 16 horas e 34 segundos pós-depilação a voltar a crescer.


 


Começo o processo.


 


Esfoliação - lavar a cara com uns produtos fixes - sim, porque agora que já passei o quarto de século e me aproximo perigosamente dos 30, já tenho produtos especiais para lavar a cara, abdicando assim do sabão de Marselha que tanto me ajudou a poupar uns trocos (para mim é o equivalente francês do sabão azul).


 


Meti pó-de-talco na fuça - ganhei este hábito quando uma vez usei bandas que não agarravam à pele - e lá fui eu buscar as bandas.


 


Silêncio.


 


O sítio onde costumo guardá-las tinha uma caixa da Veet - V - A - Z - I - A


 


É o pânico.


 


O horror.


 


Suores frios começam a escorrer por mim abaixo...


 


O cérebro entrou em ebulição, a pensar em todas as desculpas possíveis para faltar ao trabalho.


 


 


* Nem pensar que eu vou trabalhar assim * 


 


 


* Amanhã ligo para o meu chefe e digo:


 


a) que fiquei com uma caganeira por causa do pollo frito que comi ao jantar naquele tasco espanhol


b) tive uma contractura muscular grave por estar tanto tempo sentada e fui parar às urgências 


c) o autocarro ficou preso numa alfândega qualquer nos Pirenéus *


 


 


Qualquer desculpa era válida naquele momento.


 


* Já sei, vou dizer que me converti ao islamismo e amanhã levo uma burca vestida. Boa ideia! *


 


Já estava mais do que convencida que ia passar a noite toda a estudar o Corão e eis que, ao sair do duche, encontro, entre as toalhas do armário, uma caixa inteira de bandas de cera depilatória fria para o rosto.


 


Fui salva! Salva pela minha mania de fazer stock de coisas. Mania essa que já tentei perder e que agora me salvou, literalmente, o pêlo.


 


Habemus lábio superior depiladinho, habemus duas sobrancelhas separadas.


 


Digam todos comigo "adeus monocelha"!


 


 

Faltar ao trabalho por causa dos pêlos???

Ah pois, ontem quando cheguei a casa, da tal viagem de autocarro que durou 22 horas - que afinal não foram 22 horas, mas sim 24 horas porque houve uma avaria no autocarro e tivemos que trocar para outro às 3 horas da noite em Espanha - tive um momento de self care


 


Afinal, já não depilava o buço nem as sobrancelhas há 10 dias, e só Deus sabe, como um simples pêlo numa mulher peluda demora exactamente 16 horas e 34 segundos pós-depilação a voltar a crescer.


 


Começo o processo.


 


Esfoliação - lavar a cara com uns produtos fixes - sim, porque agora que já passei o quarto de século e me aproximo perigosamente dos 30, já tenho produtos especiais para lavar a cara, abdicando assim do sabão de Marselha que tanto me ajudou a poupar uns trocos (para mim é o equivalente francês do sabão azul).


 


Meti pó-de-talco na fuça - ganhei este hábito quando uma vez usei bandas que não agarravam à pele - e lá fui eu buscar as bandas.


 


Silêncio.


 


O sítio onde costumo guardá-las tinha uma caixa da Veet - V - A - Z - I - A


 


É o pânico.


 


O horror.


 


Suores frios começam a escorrer por mim abaixo...


 


O cérebro entrou em ebulição, a pensar em todas as desculpas possíveis para faltar ao trabalho.


 


 


* Nem pensar que eu vou trabalhar assim * 


 


 


* Amanhã ligo para o meu chefe e digo:


 


a) que fiquei com uma caganeira por causa do pollo frito que comi ao jantar naquele tasco espanhol


b) tive uma contractura muscular grave por estar tanto tempo sentada e fui parar às urgências 


c) o autocarro ficou preso numa alfândega qualquer nos Pirenéus *


 


 


Qualquer desculpa era válida naquele momento.


 


* Já sei, vou dizer que me converti ao islamismo e amanhã levo uma burca vestida. Boa ideia! *


 


Já estava mais do que convencida que ia passar a noite toda a estudar o Corão e eis que, ao sair do duche, encontro, entre as toalhas do armário, uma caixa inteira de bandas de cera depilatória fria para o rosto.


 


Fui salva! Salva pela minha mania de fazer stock de coisas. Mania essa que já tentei perder e que agora me salvou, literalmente, o pêlo.


 


Habemus lábio superior depiladinho, habemus duas sobrancelhas separadas.


 


Digam todos comigo "adeus monocelha"!


 


 

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Eu num autocarro, durante 22 horas.

Tanto ouvi falar na Eurolines que decidi experimentar. Os preços dos vôos "low cost" estavam pela hora da morte (sim, meti entre aspas de propósito, porque não é nada low cost pedirem-me mais de 200€ para um vôo durante o feriado) e lá fui eu toda contente comprar um bilhete de autocarro de 62€, que me deixa praticamente à porta de casa lá nas Franças.


 


A única desvantagem é mesmo ter que passar 22 horas sentada num banco de autocarro (e o risco de ter uma úlcera de pressão nas nalgas??? Ah pois, disso eles não falam!)


 


O que vale é que isto tem carregadores com entrada USB e casa-de-banho. Só faltava serviço de bar com caipirinhas à descrição e tinha tudo para ser a viagem perfeita!

Hoje estou positiva

Hoje é um dia bom, só queria deixar isto aqui para me lembrar de que há momentos sem ansiedade, é aproveitar enquanto duram e lembrar-me que...