Ora bem, para quem ainda não sabe (mas devia saber!), eu ando a falar com um rapazito que está em Portugal (o plutónio-man, nome carinhosamente dado por um leitor meu, e que eu aceitei de bom grado, porque o moço, efectivamente, cresceu num campo de plutónio).
E... a coisa vai não vai, entre férias,quecas tórridas, passeios giros e conversas mais sérias, decidimos ser exclusivos um ao outro... Mas! Vem aí um mas minha gente... Aqui a dESarrumada, que é uma pessoa muito pensadora está com um problema grave (que aflige muitas mulheres pensadoras), passo a citar: nunca houve a palavra namoro no horizonte.
Eu cá gosto de ter as coisas bem definidas e, começando a analisar demais a situação, cheguei a diversas conclusões e a outras que ainda me deixaram mais em dúvida...
Primeira questão, gosto imenso dele e ele gosta imenso de mim (palavras dele!), mas definir um namoro com 1400 km de distância a separar-nos seria algo difícil, certo? Mesmo falando todos os dias, o dia em que nos vamos voltar a ver é sempre uma incógnita, as épocas festivas seriam (quase) sempre passadas à distância, entre outras coisas giras, que com tanto (maldito) quilómetro a separar-nos seria difícil de ultrapassar. Mas, a modos que... para esta questão não encontro resposta. Já aceitei que a distância é um facto, agora é ir um dia de cada vez... certo?
Segunda questão, o sexo é óptimo, parece que estamos em sintonia, as coisas que eu gosto encaixam exactamente nas que ele gosta, e nunca senti tanto prazer e conexão com alguém antes dele. Já para não falar no bónus tamanho! Esta questão do sexo entra porquê, perguntam vocês? Porque podia simplesmente aproveitar esta componente fantástica e aproveitar estes dias tão bons que passo com ele. Cagando em rótulos, títulos, e sendo feliz, até acabar o bem bom (ou não!).
Ou seja, exponho-vos aqui a minha situação porque estou "confundida" (já dizia a outra!). Quero assumir algo sério com ele, mas ao mesmo tempo tenho medo de ser a pior ideia de sempre! Tenho medo de deixar arrastar isto, e quando me quiser afastar já estar tão envolvida que vou sofrer horrores. E tenho medo de andar cada um no seu canto a meter os palitos como bem quiser, se nunca definirmos isto (eu cá não gosto de traições, mas se não houver nada definido ele pode comer quem bem quiser, e supostamente eu também). Merda para isto. Ele é um rapaz porreiro, mas a longo prazo não me imagino a voltar para Portugal... e não sei se ele viria para aqui.
Estou sem ideias sobre o que fazer a seguir. Tenho noção que estou a pensar demais e a estragar a magia da coisa, que é muita! Por isso ou cago no assunto e deixo andar, ou tomo alguma atitude, que não sei bem qual. Se alguém já passou por isto, ajudem aqui a pobre.
Quase trinta (e cinco). Quase engraçada. Quase famosa no mundo dos blogs. Quase feliz.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Dar um título à relação, ou não?
Dar um título à relação, ou não?
Ora bem, para quem ainda não sabe (mas devia saber!), eu ando a falar com um rapazito que está em Portugal (o plutónio-man, nome carinhosamente dado por um leitor meu, e que eu aceitei de bom grado, porque o moço, efectivamente, cresceu num campo de plutónio).
E... a coisa vai não vai, entre férias,quecas tórridas, passeios giros e conversas mais sérias, decidimos ser exclusivos um ao outro... Mas! Vem aí um mas minha gente... Aqui a dESarrumada, que é uma pessoa muito pensadora está com um problema grave (que aflige muitas mulheres pensadoras), passo a citar: nunca houve a palavra namoro no horizonte.
Eu cá gosto de ter as coisas bem definidas e, começando a analisar demais a situação, cheguei a diversas conclusões e a outras que ainda me deixaram mais em dúvida...
Primeira questão, gosto imenso dele e ele gosta imenso de mim (palavras dele!), mas definir um namoro com 1400 km de distância a separar-nos seria algo difícil, certo? Mesmo falando todos os dias, o dia em que nos vamos voltar a ver é sempre uma incógnita, as épocas festivas seriam (quase) sempre passadas à distância, entre outras coisas giras, que com tanto (maldito) quilómetro a separar-nos seria difícil de ultrapassar. Mas, a modos que... para esta questão não encontro resposta. Já aceitei que a distância é um facto, agora é ir um dia de cada vez... certo?
Segunda questão, o sexo é óptimo, parece que estamos em sintonia, as coisas que eu gosto encaixam exactamente nas que ele gosta, e nunca senti tanto prazer e conexão com alguém antes dele. Já para não falar no bónus tamanho! Esta questão do sexo entra porquê, perguntam vocês? Porque podia simplesmente aproveitar esta componente fantástica e aproveitar estes dias tão bons que passo com ele. Cagando em rótulos, títulos, e sendo feliz, até acabar o bem bom (ou não!).
Ou seja, exponho-vos aqui a minha situação porque estou "confundida" (já dizia a outra!). Quero assumir algo sério com ele, mas ao mesmo tempo tenho medo de ser a pior ideia de sempre! Tenho medo de deixar arrastar isto, e quando me quiser afastar já estar tão envolvida que vou sofrer horrores. E tenho medo de andar cada um no seu canto a meter os palitos como bem quiser, se nunca definirmos isto (eu cá não gosto de traições, mas se não houver nada definido ele pode comer quem bem quiser, e supostamente eu também). Merda para isto. Ele é um rapaz porreiro, mas a longo prazo não me imagino a voltar para Portugal... e não sei se ele viria para aqui.
Estou sem ideias sobre o que fazer a seguir. Tenho noção que estou a pensar demais e a estragar a magia da coisa, que é muita! Por isso ou cago no assunto e deixo andar, ou tomo alguma atitude, que não sei bem qual. Se alguém já passou por isto, ajudem aqui a pobre.
domingo, 30 de agosto de 2015
Amiguinhos...
... nas estatísticas do blog, qual a diferença entre as visitas e as visualizações?
Sou mesmo naba nestas coisas.
Amiguinhos...
... nas estatísticas do blog, qual a diferença entre as visitas e as visualizações?
Sou mesmo naba nestas coisas.
Vida fit. Stay healthy.
Ontem voltei às minhas corridas e exercícios de fitness, tão fashion que eu estou! Até pus uma foto no Instagram depois da corridinha com o hashtag #running... digam lá que isto não é ser in??
Desde que aqui cheguei, a França claro está, perdi-me nos queijos e nos chocolates e engordei... engordei... e só decidi ganhar juízo quando as calças deixaram de servir. Sim, fiquei num 40, não é nenhum drama, mas sinto que este não é o MEU corpo. E por isso decidi ficar toda do fitness, e do healthy life, sigo os conselhos das outras pessoas, tento alimentar-me melhor e ontem voltei a inserir o exercício nos meus planos. Espero que desta vez consiga manter o exercício de uma forma regular.
E que em Dezembro já exista menos de mim... para poder aproveitar bem o Natal e passagem de ano a enfardar.
Vida fit. Stay healthy.
Ontem voltei às minhas corridas e exercícios de fitness, tão fashion que eu estou! Até pus uma foto no Instagram depois da corridinha com o hashtag #running... digam lá que isto não é ser in??
Desde que aqui cheguei, a França claro está, perdi-me nos queijos e nos chocolates e engordei... engordei... e só decidi ganhar juízo quando as calças deixaram de servir. Sim, fiquei num 40, não é nenhum drama, mas sinto que este não é o MEU corpo. E por isso decidi ficar toda do fitness, e do healthy life, sigo os conselhos das outras pessoas, tento alimentar-me melhor e ontem voltei a inserir o exercício nos meus planos. Espero que desta vez consiga manter o exercício de uma forma regular.
E que em Dezembro já exista menos de mim... para poder aproveitar bem o Natal e passagem de ano a enfardar.
sábado, 29 de agosto de 2015
A desarrumada agora vê GoT.
Ora bem, comecei a ver Game of Thrones. Sim, rendi-me ao mainstream... e porquê? O Plutónio-man obrigou-me a ver. Obrigada Silent Man pelo nome que sugeriste para o meu homem grandalhão!
A parte interessante é que desde que comecei a ver só penso num ménage Café com Leite... sabem o que é? Era eu, no meio do Kahl Drogo e do John Snow... ai, isso é que era...
John Snow
Kahl Drogo
Hoje estou positiva
Hoje é um dia bom, só queria deixar isto aqui para me lembrar de que há momentos sem ansiedade, é aproveitar enquanto duram e lembrar-me que...
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Meus desarrumados mais lindos, Tenho-me sentido inspirada para escrever, adoro a interface deste novo "charco", e isso tem-me insp...
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Quem me segue desde o início sabe que antes era uma fresca do pior, não ligava muito aos sentimentos e queria era aproveitar a vida... depoi...
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Como eu compreendo o Fernando Pessoa. Nesta coisa dos blogs nem sempre tenho vontade de ser a dESarrumada a tempo inteiro. Há dias em q...