Vi este texto algures pela internet e gostei tanto dele que decidi partilhar. Não sei quem é o autor...
Amas-me muito, mas não me queres para sempre. Amas-me muito, mas não tens tempo para mim. Amas-me muito, mas não confias em mim. Amas-me muito, mas quando preciso de ti não estás. Amas-me muito, mas guardas muitos segredos. Amas-me muito, mas magoas-me na mesma. Amas-me muito, mas nunca ficas mais um pouco. Tu não me amas sequer, quanto mais… muito.
Um amor muito chato
ResponderEliminarJá favoritei. Já vivi isso.
ResponderEliminarÉ. Eu já vivi as duas faces da moeda: não amar e não ser amada. Ambas doem.
ResponderEliminarMesmo. Existem alguns assim... é uma merda.
ResponderEliminarViva! Não sabe quem é o autor?... e agora? :) Obrigado pela partilha. Aproveito para convidá-la a visitar a minha página do facebook (Raul Minh'alma) há lá muito mais para ler. Fico à sua espera!
ResponderEliminarVou visitar sim senhor! :) Gostava de saber como descobriu aqui o seu texto no meu humilde blog? :)
ResponderEliminarMuito obrigada por ter aparecido! :)