Sim, fui eu que acabei contigo. Sim, eu sabia que tu não me fazias feliz, nem eu a ti. Não conseguia imaginar o futuro ao teu lado e por isso afastei-me.
A decisão que tomei três meses depois afastou-me também fisicamente de ti, para sempre como já iria ser de qualquer das formas. Disseste-me que acabei contigo por causa da tua doença, mas não, eu não te amava, nunca amei. Quem ama ultrapassa qualquer doença, ultrapassa qualquer dificuldade. Ou pelo menos gostamos todos de acreditar que assim o é. É a verdade nua e crua, e a verdade dói... oh se dói.
Digo-te, também sofri, sofri por saber que não te amei como devias ter sido amado. Mas também sofri quando voltaste logo para ela.
A verdade é que tudo passa. Tudo. E hoje quando vejo as tuas fotografias com ela sorrio, porque estás feliz. E ouve... queres saber uma coisa? Quero é que sejas feliz.
Quase trinta (e cinco). Quase engraçada. Quase famosa no mundo dos blogs. Quase feliz.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Quero é que sejas feliz.
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ResponderEliminarDesconheço a história mas é preciso muita coragem para deixar alguém por falta de amor... e eu sei do que falo. Beijinhos!
ResponderEliminarNa minha memória sim.
ResponderEliminarNa altura custou muito. Foi o medo de estar a tomar a decisão errada, de poder vir a arrepender-me. Mas a verdade é que nunca me arrependi.
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