domingo, 23 de agosto de 2015

Tentei fazer pão.

Depois das férias dá sempre aquela vontade arrebatadora de ter uma vida mais saudável (quê? mas já não tinhas dESarrumada? perguntam vocês...) Não, não tinha. Nestas férias comi camarão e leitão que nem uma porca. É o que dá apanhar as festas da terrinha e um avô generoso que te dá 100€ de prenda.

Ora bem, resumindo, ao jantar pareço uma coelha, saladas e pratos ligeiros, e decidi começar a fazer (o meu próprio) pão, para o pequeno-almoço. A coisa até estava a correr mais ou menos bem, até ao momento em que após meter todos os ingredientes, na receita dizia "1 chávena de café de água"; e eu, sem ter uma chávena de café à mão, decidi (do alto da minha inteligência máxima), meter 1/3 de uma chávena de chá normal. Asneira. Muita asneira. A papa final parecia nestum para bebés, e não querendo dar parte fraca, meti tudo numa travessa pequena oval e meti no forno, rezando à nossa senhora da pardaleta para que aquilo subisse e até corresse bem. Não correu. A minha mãe ligou-me, fiquei 50 minutos a falar com ela, e quando voltei (milagre!), o pão não estava queimado, mas ganhei uma travessa de ir ao forno com uma massa incrustada no fundo de presente.

Aventuras na cozinha. O lado positivo, até cheirava bem.

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