sábado, 8 de dezembro de 2018

Sobre aquela história de acabarmos com os provérbios que envolvem animais.

Estive numa página de notícias completamente random no Facebook e fiz um apanhado das sugestões dos leitores que mais me fizeram rir. Vou deixar aqui a MINHA preferida!


 


Agarrar o vegan pelos tomates!


 


Enjoy.


 


Se tiverem mais umas giras digam p'raí 


 


 


 

Sobre aquela história de acabarmos com os provérbios que envolvem animais.

Estive numa página de notícias completamente random no Facebook e fiz um apanhado das sugestões dos leitores que mais me fizeram rir. Vou deixar aqui a MINHA preferida!


 


Agarrar o vegan pelos tomates!


 


Enjoy.


 


Se tiverem mais umas giras digam p'raí 


 


 


 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Escrevi a minha carta de despedimento.

Hoje cheguei a casa estafada. O mês de Dezembro vai ser um mês de loucos. Substituições de férias de uma equipa de 9, em que só sobraram 4... Na semana entre o Natal e a passagem de ano há dois dias em que vou ser a única da minha equipa directa a ir trabalhar... um stress e uma carga de trabalhos: como explicar às pessoas que vão ter menos sessões do que aquilo que deviam?...


Hoje cheguei a casa e escrevi a minha carta de despedimento. Até meti uma data. Vai ser antes de acabar o meu contrato de 2 anos. Ou pago o que devo ou o meu estado psicológico vai pelo ralo abaixo. Eu cá prefiro manter o meu bem-estar vivo. Ando a perder anos de vida neste trabalho é o que vos digo. E a carta já está escrita... agora só falta ganhar coragem para a entregar na altura certa.


 

Escrevi a minha carta de despedimento.

Hoje cheguei a casa estafada. O mês de Dezembro vai ser um mês de loucos. Substituições de férias de uma equipa de 9, em que só sobraram 4... Na semana entre o Natal e a passagem de ano há dois dias em que vou ser a única da minha equipa directa a ir trabalhar... um stress e uma carga de trabalhos: como explicar às pessoas que vão ter menos sessões do que aquilo que deviam?...


Hoje cheguei a casa e escrevi a minha carta de despedimento. Até meti uma data. Vai ser antes de acabar o meu contrato de 2 anos. Ou pago o que devo ou o meu estado psicológico vai pelo ralo abaixo. Eu cá prefiro manter o meu bem-estar vivo. Ando a perder anos de vida neste trabalho é o que vos digo. E a carta já está escrita... agora só falta ganhar coragem para a entregar na altura certa.


 

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Deixar a sua marca.

O colhão com pernas foi embora e eu pensava que ia ser assunto para várias semanas. Afinal já ninguém se lembra dele. Que vida madrasta esta que permite que uma pessoa trabalhe 22 anos num sítio e seja esquecida mal vira a esquina. Isto faz-me pensar muito. Às vezes penso demais. Gostava de acreditar que quando sair deste local de trabalho, deixarei uma marca. Que alguém, nem que seja uma pessoa, vai continuar a falar de mim. Isto tudo faz-me pensar no filme Coco. Para continuarmos a viver no "além" alguém tem que se lembrar de nós em vida. Mas não é fácil ser lembrado quando se sai de um local de trabalho. É preciso fazer-se algo de realmente especial. Eu tento sorrir todos os dias, mesmo quando estou cansada e quase a cair para o lado a olhar para aqueles colegas de merda que tenho. Opah... hoje estavam lá num canto a fazer exercícios com os halteres em frente aos doentes. Que falta de profissionalismo. Apetecia chegar lá e dizer "pagam-te para fazeres estas merdas no trabalho?". Crianças. Ainda bem que a maior parte se vai embora daqui a umas semanas. Sim, porque como não podíamos ir todos de férias de Natal ao mesmo tempo a malta toda decidiu despedir-se para deixar a entidade patronal em maus lençóis... 


Esta gente sente-se tão entitled, como se o mundo lhes devesse tudo. Como se fosse impossível continuar a viver enfrentando uma contrariedade. Tenho pena deles, exteriormente fico com a sensação que eles conseguem sempre levar a deles avante, mas por dentro devem ser miseráveis. Imagino-os em ponto pequeno, com 5 anos, a chorar enrolados em posição fetal porque os paizinhos não lhes deram o brinquedo para brincar, ou não serviram o jantar que eles queriam, ou tiveram o desplante de lhes dizer um "não".


Se a vida desmoronasse ou toda a gente se despedisse, só porque ouviu um não do chefe, este mundo estava todo fodido. Ainda mais do que aquilo que já está. O mais incrível nisto tudo, é que esta gente quando for embora vai deixar uma marca e os que fazem o bem são logo esquecidos.

Hoje estou positiva

Hoje é um dia bom, só queria deixar isto aqui para me lembrar de que há momentos sem ansiedade, é aproveitar enquanto duram e lembrar-me que...